Aguapé que brota no ambiente poluído. Prolifera nas impurezas ardentes dos rios que cortam a Fortaleza admirável de destreza. Impudências avassaladoras que surgem do descuido do próprio povo, e desprezo das autoridades. Educação que escorre a contra-correnteza do rio que pede socorro. Plantas flutuantes que deslizam entre os dejetos e entopem o peito do pobre que pesca o peixe adoentado. Absorve e acumula poluentes raízes ardentes. Matam os organismos aquáticos, aguapé desenfreado, a oxigenação da água morta deixa a Prefeita engolir todos os dejetos, todos os microorganismos, toda podridão de excrementos da miséria que não faz limpar, e cuidar como se deve dos rios da cidade.
HUMOR. Theatro vai celebrar 15 anos de 'Terça de Graça'
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Theatro José de Alencar*
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Há 11 horas


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